Eu me abaixo, pulo, chuto pro gol, hegemônio.
Este demônio da caixa preta, não tenho medo de careta.
E a caretisse não bate na minha porta porque eu já não tenho porta,
ela vem na minha cama e tenta me pegar dormindo, nem morto,
nem cretino e alucinado eu não daria um jeito de me esconder, de rolar e dizer
peraí, peraí, eu cedo, mas no verdade é um teatro.
A desonestidade verdadeira é se enganar a vida inteira.
Vem cá, tenta me pegar, vai me pegar?
Eu te amo mas não vai me pegar, eu te driblo e trapaceio pela causa verdadeira do meu peito, te ensino a lutar, você drible, e meta bronca, meta o pé. A vida não te deu muro a toa, é a vontade de pular que vai te fazer pular, quem tem medo de careta?
Obediente o cachorro malle espera a próxima vida para viver.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
Consciência
Sempre aprendendo algo completamamente novo. Repassando, ensinando, aprendendo mais um pouco. Êpa! Não! Ô!, mega superego, cala a boca!
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Perecera meio triste hoje
Tudo é novo, incessante, explode, tábua de passar roupa dobra, dá lugar a invenções, energia heteroaplicada, exposta, travada, mentirosa, desonesta. O tempo ficou preso, a senzala, casa amarela, entendido a dor dos povos, pressão, pressão arrebenta e chove, explosão. Quero só ver, tudo é novo outra vez, não vai me trazer, vai me tirar, eu quero ver. Chega de você, devolva o tempo para o tempo, tudo é novo, incessante, puxa vida, puxa a vida!
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