alô babalixorô erô, pra me tirar, pra me trazer, a boa sensação de mistério e vida, de mundo grande infindável. explorar o universo,
izexé, mãe d'águia. Yemanjá ô, aiô. Ó Mar, Eu não sou de aço, não sou de bosta, nem de algodão, nem de farinha, de rocambole anti-matéria, massa negra em pontinhos penetrantes, transmuta em algo do tamanho de uma forma com núcleo de chumbo e força elétrica, me persegue que nem besouro, eu tesouro, cabeça a prêmio, cabeção virou praça pública ou casa na árvore, saco de dormir e buraco de se esconder fazendo barulho pra acordar os vizinhos. Foge do Batman, quero um abajur mais forte, boa noite, que a luz me envolva, me proteja, que eu seja. Forte amor. e o universo seres vivos, viverá e outra hora seja esta, a cada segundo de sono, a paz, senão não aguento mais, sou Tomaz. Meu cabelo não é capim. Agora sim. qualé?