sábado, 28 de dezembro de 2013

Quando freia ele se irrita, olha aí pô, pô... não quer olhar este sujeito

acocorijo chega lá, como? ele quer tanto, quer tanto, há um trabalho a ser feito, uma pendência do tamanho de hitler e das cruzadas, HAÁ AAHÁ HAAÁ APA PA PA PARO! Outra bordoada não faz efeito, pára de gritar, vou pedir silêncio baixinho, olha aqui, Ô MEU CHAPA, MAS QUE PORRA? e daí, furacão aumenta, vai pra praia nêgo, descansa



subzero, ô cabeça de pentelho, fica frio bixo, só não congela.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

mensageiro

Tanta importância tinham os olhos no momento em que a gira significava poder crer, de doer. Como se náo bastasse, armamento pesado refletia a vontade de unir as forças cósmicas com o prático cotidiano.


Ainda sou um obstetra.
Ando de caiaque, aiaia, me sinto bem.

sem, ul, de boa.
De algum modo, a referência se tornou obsoleta, a vida ficou mais fácil.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Agora o que quero, já não é o que queria, e se insisto que quero o que queria, vejo que não quero nada, energia, quero tudo.