quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Ascensão e queda e ascensão e essa não

o grande problema que se apresenta atualmente para mim é a enorme solução do grande problema que se apresenta para mim nos últimos meses por ser exatamente o problema que se apresenta para mim.

O que é isto? Grande derrocada e grande freada e marcha ré e avança a 110 a 1001 e não chega porque mais uma vez há um muro, então é preciso um cavalo saltador, e dos bons transmutar em passarinho, de qualquer forma o que é isto? Se não é a origem e consequência de todas as camadas de ilusão, um grande respeito, um respeito exagerado pelo chefe da quadrilha do sequestro anti relâmpago, Relâmpago! Trovões! A armadilha que cabe a mim pular fora é mais que um labirinto é um redemoinho infernal com um demônio absurdo e querido. Então encontrar o ponto exato em que o som e o vento empurram com uma força não exagerada mas constante, e manter a cabeça bem dura para continuar batendo fortemente nas barreiras de gelo, construídas com ilusões do passado e medo do futuro. O éter é resistente e a vontade de futuro é grande!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Amigo, essas coisas, amigo, amigas, o amor, a paixão, os bixos humanos 9 as paixões são insaciáveis

e a fé  e a desfé, desfazer o medo, desfazer a fôrma

a paixão pode impor duros limites ao amor

A força da vida está na irrestritabilidade das sensações e sentimentos à condição humana, que por si só é, na verdade, qualquer coisa, ou muita coisa, a se perceber aí, sentir. Afeto e amor não são sinônimos.
                                                                                                       *une     *eleva, flui ou faz fluir, sacia

aprixicuxicuxicuxicu. xicuria uria
intestino preso à palavra: não caga, a merda estraga.
XICURIUÊ!

VAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI!

Título da Postagem

Me dê a mão, vamos correr.
Não me dê o pé, o pé fica aí no chão.
Não me dê a cabeça.
Cuidado com o coração, simplesmente sinta. O anzol machuca e alimenta, alma não precisa de alimento.

domingo, 1 de setembro de 2013

Não há de se saber mistérios do mistério da vida

O que sei

O que sei de qualquer coisa?

Só sei daquela coisa, não importa já,
O que se poderia.

O que se pode.

O que se pode esperar do agora, eterno amanhã?
 O que se pode esperar, se é amanhã, espera quem o quê?


O que tenho eu para o amanhã?

 Para o amanhã, agora eterno amanhã,

Uma vontade e uma idéia vaga,
Nenhuma roda, nenhuma linha pontilhada.

Agora eterno amanhã, só sabe quem já não está nem aqui.