domingo, 1 de setembro de 2013

Não há de se saber mistérios do mistério da vida

O que sei

O que sei de qualquer coisa?

Só sei daquela coisa, não importa já,
O que se poderia.

O que se pode.

O que se pode esperar do agora, eterno amanhã?
 O que se pode esperar, se é amanhã, espera quem o quê?


O que tenho eu para o amanhã?

 Para o amanhã, agora eterno amanhã,

Uma vontade e uma idéia vaga,
Nenhuma roda, nenhuma linha pontilhada.

Agora eterno amanhã, só sabe quem já não está nem aqui.


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